dc.contributorVarandas, Paulo César Rodrigues Pinto
dc.contributorCunha, Kleyber Mota da
dc.contributorRamos, Vanessa Ribeiro
dc.creatorBatista, Caroline Morais
dc.date.accessioned2016-06-13T16:51:21Z
dc.date.accessioned2022-10-07T20:21:41Z
dc.date.available2016-06-13T16:51:21Z
dc.date.available2022-10-07T20:21:41Z
dc.date.created2016-06-13T16:51:21Z
dc.date.issued2016-06-13
dc.identifierhttp://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/19457
dc.identifier.urihttp://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/4017827
dc.description.abstractNeste trabalho estudamos a relação entre a existência de tangências homoclínicas, continuidade da entropia topológica e existência de medidas de máxima entropia. Essencialmente, dos resultados de Bronzi e Tahzibi, um difeomorfismo com uma tangência homoclínica associada a um conjunto básico hiperbólico é ponto de variação da entropia se e somente se a peça básica tem entropia topológica total. Mais ainda, seguindo Buzzi, usamos tangências homoclínicas para construir difeomorfismos em dimensão 2 que não tenham medida de entropia maximal.
dc.languagept_BR
dc.publisherInstituto de Matemática. Departamento de Matemática
dc.publisherMestrado em Matemática
dc.publisherUFBA
dc.publisherbrasil
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTangência Homoclínica
dc.subjectentropia topológica
dc.subjectmedida de entropia maximal
dc.titleEntropia topológica e tangências homoclínicas
dc.typeDissertação


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