dc.contributorAras Júnior, Roque
dc.creatorNunes, Bianca de Almeida
dc.date.accessioned2015-05-11T14:18:59Z
dc.date.accessioned2022-10-07T20:02:38Z
dc.date.available2015-05-11T14:18:59Z
dc.date.available2022-10-07T20:02:38Z
dc.date.created2015-05-11T14:18:59Z
dc.date.issued2015-05-11
dc.identifierhttp://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/17642
dc.identifier.urihttp://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/4015941
dc.description.abstractPREVALÊNCIA DE ESTEATOSE HEPÁTICA EM PACIENTES COM HIPERTENSÃO ARTERIAL RESISTENTE. Introdução: A hipertensão arterial resistente (HAR) é uma entidade clínica de difícil controle, associada a um alto risco cardiovascular. É comum a associação da HAR com a síndrome metabólica (SM), que está intimamente relacionada com a esteatose hepática (EH). A hipertensão arterial também é considerada como um estado de resistência à insulina e está relacionada ao desenvolvimento de EH de forma independente. Estudos demonstraram que, além da relação causal, um aumento na resistência à insulina pode ser consequência da EH. Esta condição levaria a um estado de hiperinsulinemia, culminando com uma elevação da pressão arterial (PA) e, possivelmente, a maior dificuldade no controle da PA em pacientes com HAR. Objetivo: Avaliar a prevalência de sinais de esteatose hepática em pacientes ambulatoriais com HAR. Metodologia: Estudo transversal em um serviço de referência em doença cardiovascular hipertensiva grave. A HAR foi definida conforme critérios da Sociedade Brasileira de Cardiologia. SM foi definida conforme critérios do NCEP/ATP-III. Os sinais de esteatose hepática foram avaliados a partir da ultrassonografia de abdome total. Foram divididos dois grupos para análise: com e sem esteatose hepática. Resultados: A população geral estudada é composta por mulheres, idosos, não brancos e com baixa escolaridade. A prevalência de EH foi de 35,7%. A prevalência de alcoolismo foi de 9,1% na população geral e não houve diferença entre os grupos. Diabetes Mellitus (DM) (55%) e SM (82,4%) foram mais frequentes no grupo com EH, com p=0,01 e 0,03 respectivamente. Circunferência abdominal, hemoglobina glicada e triglicerídeos tiveram valores méd ios mais elevados no grupo com EH. Não houve diferença entre os grupos no controle da PA e na adesão medicamentosa, que foi baixa nos dois grupos. Os componente s da SM foram avaliados de forma isolada, não havendo diferença estatisticamente significante entre os grupos. Conclusões: As altas prevalências encontradas de EH e comorbidades associadas neste grupo podem contribuir para a dificuldade do controle pressórico e para aumento do risco cardiovascular nesses pacientes.
dc.languagept_BR
dc.publisherFaculdade de Medicina da Bahia
dc.publisherUFBA
dc.publisherbrasil
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectHipertensão
dc.subjectEsteatose hepática
dc.subjectPrevalência
dc.titlePrevalência de esteatose hepática em pacientes com hipertensão arterial resistente
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso


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