Artigo Publicado em Periódico
Peso de nascimento como preditor para a gravidade da lesão da substância branca cerebral neonatal
Fecha
2006Registro en:
0004-282X
v.64 n. 2
Autor
Argollo, Nayara Silva
Lessa, Ines
Ribeiro, Suely
Abreu, Katiusha de Cerqueira
Jezler, Juliana Marques de Souza Pinto
Schnitman, Raquel de Faria
Telles, Tatiana G.
Santos, Gabriel B.
Argollo, Nayara Silva
Lessa, Ines
Ribeiro, Suely
Abreu, Katiusha de Cerqueira
Jezler, Juliana Marques de Souza Pinto
Schnitman, Raquel de Faria
Telles, Tatiana G.
Santos, Gabriel B.
Institución
Resumen
Para analisar a associação entre fatores natais com a gravidade da lesão da substância branca (LSB) cerebral neonatal, controlando o peso de nascimento, identificaram os neonatos pela ultra-sonografia craniana, que foram divididos em: aqueles com evolução da LSC para resolução da imagem ao ultra-som (menor gravidade) e, aqueles que evoluiram com formação de cistos e/ou ventriculomegalia e/ou hemorragia (maior gravidade). Doze variáveis (hiponatremia, anemia, infecção, retinopatia, displasia broncopulmonar, hipoalbuminemia, persistência do canal arterial, audiometria alterada, desconforto respiratório precoce, peso de nascimento <2500g, peso por categoria e prematuridade) tiveram diferenças entre os dois grupos (p<0,05), sendo que 9 (hiponatremia, infecção, retinopatia, hipoalbuminemia, persistência do canal arterial, desconforto respiratório precoce, baixo peso, prematuridade e peso por categorias) se mantiveram estatisticamente diferentes (p<0,01) após análise por regressão logística. Quando analisadas por categoria de peso de nascimento, nenhuma variável demonstrou significância estatística. O estudo sugere que o peso de nascimento é o maior fator - provavelmente o único - associado com gravidade da LSB cerebral neonatal.