dc.contributorAzevedo, Paulo Ormindo David de
dc.contributorSousa, Alberto José de
dc.creatorOliveira, Antônio Francisco de
dc.creatorOliveira, Antônio Francisco de
dc.date.accessioned2013-07-03T20:50:25Z
dc.date.accessioned2022-10-07T17:52:05Z
dc.date.available2013-07-03T20:50:25Z
dc.date.available2022-10-07T17:52:05Z
dc.date.created2013-07-03T20:50:25Z
dc.date.issued2013-07-03
dc.identifierhttp://www.repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/12083
dc.identifier.urihttp://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/4010624
dc.description.abstractEsta tese analisa em profundidade o sistema instituído pelo governo federal em 1933 para controlar a prática profissional da arquitetura no Brasil – o Confea/Crea – bem como fatores históricos que levaram à sua criação, como o progressivo surgimento de sistemas similares em outros países, e a evolução de tal prática e dos modos de treinar os projetistas arquitetônicos. Ao Confea/Crea deu-se competência para fiscalizar também a prática profissional de engenheiros que não eram projetistas arquitetônicos, como os engenheiros mecânicos e elétricos, e com o passar do tempo isto gerou insatisfação entre os arquitetos, o que suscitou neles o desejo de deixar o Confea/Crea multiprofissional e formar seu próprio sistema regulador, congregando apenas os arquitetos. O foco da tese está no período compreendido entre 1933 e 2007 (ano em que ocorreu a última tentativa malograda dos arquitetos de criar seu próprio conselho profissional), mas a análise histórica que ela apresenta inicia-se com fatos pertencentes à era renascentista.
dc.languagept_BR
dc.subjectExercício profissional da Arquitetura
dc.subjectControle da prática profissional
dc.subjectConselhos profissionais brasileiros
dc.titleA regulamentação do exercício profissional da Arquitetura no Brasil
dc.typeTese


Este ítem pertenece a la siguiente institución