dc.creatorBorges, Valéria Ferreira de Almeida e
dc.creatorDiniz, Angélica Lemos Debs
dc.creatorCotrim, Helma Pinchemel
dc.creatorRocha, Haroldo Luis Oliva Gomes
dc.creatorSalomão, Frederico Chaves
dc.creatorBorges, Valéria Ferreira de Almeida e
dc.creatorDiniz, Angélica Lemos Debs
dc.creatorCotrim, Helma Pinchemel
dc.creatorRocha, Haroldo Luis Oliva Gomes
dc.creatorSalomão, Frederico Chaves
dc.date.accessioned2011-11-04T14:14:21Z
dc.date.accessioned2022-10-07T14:39:01Z
dc.date.available2011-11-04T14:14:21Z
dc.date.available2022-10-07T14:39:01Z
dc.date.created2011-11-04T14:14:21Z
dc.date.issued2011
dc.identifier0100-3984
dc.identifierhttp://www.repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/3721
dc.identifierv. 44, n. 1.
dc.identifier.urihttp://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/4002799
dc.description.abstractOBJETIVO: Avaliar a correlação entre a dopplerfluxometria da veia hepática direita e o grau de esteatose, inflamação e fibrose à biópsia na doença hepática gordurosa não alcoólica. MATERIAIS E MÉTODOS: Foi realizada ultrassonografia com Doppler em 80 pacientes, sendo 40 portadores de doença hepática gordurosa não alcoólica, também submetidos à biópsia. Quarenta controles normais saudáveis, sem fatores risco para doença hepática gordurosa não alcoólica foram submetidos a ultrassonografia com Doppler. O padrão ao Doppler da veia hepática direita foi classificado em trifásico, bifásico e monofásico. Os espécimes de biópsia foram classificados conforme o grau de esteatose, inflamação e fibrose. RESULTADOS: O fluxo foi trifásico em 38 (95%) dos controles e em 9 (56,3%) dos pacientes com esteatose discreta, enquanto nos com esteatose acentuada o padrão foi monofásico em 60%. Encontrou-se diferença significante na distribuição dos padrões ao Doppler (p < 0,01). Houve correlação negativa e significante entre o padrão ao Doppler da veia hepática direita e grau de esteatose (r = -0,57; p < 0,01). CONCLUSÃO: A alteração do padrão ao Doppler da veia hepática direita em pacientes com doença hepática gordurosa não alcoólica pode sugerir redução da complacência vascular consequente a infiltração gordurosa.
dc.languagept_BR
dc.subjectFígado gorduroso,
dc.subjectEsteatose hepática
dc.subjectUltrassonografia
dc.subjectDopplerfluxometria
dc.subjectVeia hepática
dc.subjectBiópsia hepática
dc.titleDopplerfluxometria da veia hepática em pacientes com esteatose não alcoólica
dc.typeArtigo Publicado em Periódico


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