Artigo de Periódico
Efeito do alopurinol e terapia com oxigênio hiperbárico em modelo de reimplante de membro após isquemia quente em ratos
Fecha
2005Registro en:
0100-6991
Vol. 32 - Nº 2,
Autor
Cunha, Marcelo Sacramento
Silva, José Carlos Faes da
Nakamoto, Hugo
Simão, Danielle Tiemi
Ferreira, Marcus Castro
Cunha, Marcelo Sacramento
Silva, José Carlos Faes da
Nakamoto, Hugo
Simão, Danielle Tiemi
Ferreira, Marcus Castro
Institución
Resumen
Objetivo: A isquemia prolongada leva a alterações na microcirculação tecidual e liberação de radicais livres do oxigênio
conhecidas como fenômeno de não reperfusão. Foi testado um modelo experimental de reimplante de membro após isquemia quente
e os efeitos do fármaco alopurinol e da terapia com oxigênio hiperbárico. Método: Foram realizadas amputações com preservação
dos vasos e nervos dos membros posteriores direitos em 95 ratos. Os grupos modelos M1, M2, M3, M4 e M5 foram submetidos à isquemia quente de 0, 2, 4, 6 e 8 horas. As taxas de viabilidade dos membros isquêmicos após sete dias de avaliação foram 100%, 80%,63,6%, 50% e 20%. Os grupos experimentais E1 e E2 foram tratados, respectivamente, com alopurinol e terapia com oxigênio hiperbárico após isquemia de 6 horas. As taxas de viabilidade foram 70% e 30%. Os resultados foram analisados estatisticamente pelo teste do Qui-quadrado. Resultados: Os grupos M1, M2, M3, M4 e M5 foram estatisticamente diferentes entre si exceto os grupos M3 e M4. E1 resultou em uma viabilidade de membros maior que M4 e E2 resultou em uma viabilidade de membros menor que
M4(resultados estatisticamente ignificantes). Conclusões: Os resultados sugerem que a administração do alopurinol após isquemia do membro por 6 horas aumenta a taxa de viabilidade dos membros squêmicos, e a terapia com oxigênio hiperbárico diminuiu a viabilidade dos membros isquêmicos (Rev. Col. Bras. Cir. 2005;32(2): 64-68).