dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.contributorUniversidade de São Paulo (USP)
dc.date.accessioned2014-05-20T15:16:14Z
dc.date.accessioned2022-10-05T15:52:27Z
dc.date.available2014-05-20T15:16:14Z
dc.date.available2022-10-05T15:52:27Z
dc.date.created2014-05-20T15:16:14Z
dc.date.issued2001-12-01
dc.identifierRevista de Saúde Pública. Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, v. 35, n. 6, p. 571-575, 2001.
dc.identifier0034-8910
dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/29969
dc.identifier10.1590/S0034-89102001000600011
dc.identifierS0034-89102001000600011
dc.identifier2-s2.0-0035707766
dc.identifierS0034-89102001000600011.pdf
dc.identifier5663622442588861
dc.identifier.urihttp://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/3902856
dc.description.abstractOBJETIVO: Estimar a prevalência de fissuras orais no Brasil, segundo etiologia e região geográfica. MÉTODOS: Foram levantados os registros de casos de fissura oral entre recém-nascidos no período de 1975 a 1994. As fontes de dados foram o Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo, o Ministério da Saúde -- Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus) e a Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. RESULTADOS/CONCLUSÕES: Foram encontrados 16.853 casos novos de fissura oral, estimando-se a prevalência de 0,19 por mil nascidos vivos, com tendência ascendente para os qüinqüênios do período. As regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul apresentaram as maiores taxas. A fissura labial ou lábio-palatina foi mais freqüente (74%) do que a fissura palatina isolada (26%).
dc.description.abstractOBJECTIVE: To estimate the prevalence of oral clefts in Brazil categorized by etiology and geographical region. METHODS: Case reports of oral cleft in newborns in the period 1975--1994 were included in the study. Data was collected using the morbidity certificates of the Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (Craniofacial Abnormalities Rehabilitation Hospital), Ministry of Health data (Datasus), and Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Brazilian Census Bureau). RESULTS/CONCLUSIONS: There were 16,853 new cases of oral clefts, with a total prevalence of 0.19 per 1,000 births, and there was an increased prevalence every five years. The highest prevalence were observed in the Midwest, southeast, and south regions. As for the studied categories, cleft lip (or the cleft of lip and palate) was seen in 74% of the cases and isolated cleft palate was seen in 26% of them.
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade de São Paulo (USP), Faculdade de Saúde Pública
dc.relationRevista de Saúde Pública
dc.relation1.911
dc.relation0,807
dc.rightsAcesso aberto
dc.sourceSciELO
dc.subjectLábio fissurado
dc.subjectFissura palatina
dc.subjectPrevalência
dc.subjectFissura lábio-palatina
dc.subjectFissuras orais
dc.subjectCleft lip
dc.subjectCleft palate
dc.subjectPrevalence
dc.subjectCleft of lip and palate
dc.subjectOral cleft
dc.titlePrevalência de fissuras orais de 1975 a 1994
dc.typeArtigo


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