| dc.contributor | Abreu-Rodrigues, Josele | |
| dc.creator | Chiaparini, Gabriela | |
| dc.date.accessioned | 2019-07-12T19:34:57Z | |
| dc.date.accessioned | 2022-10-04T14:13:42Z | |
| dc.date.available | 2019-07-12T19:34:57Z | |
| dc.date.available | 2022-10-04T14:13:42Z | |
| dc.date.created | 2019-07-12T19:34:57Z | |
| dc.date.issued | 2019-07-12 | |
| dc.identifier | CHIAPARINI, Gabriela. Recaída de variabilidade comportamental. 2019. xi, 56 f., il. Dissertação (Mestrado em Ciências do Comportamento)—Universidade de Brasília, Brasília, 2019. | |
| dc.identifier | http://repositorio.unb.br/handle/10482/35054 | |
| dc.identifier.uri | http://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/3853558 | |
| dc.description.abstract | O presente trabalho investigou a recaída de variabilidade comportamental a partir da combinação de três modelos experimentais: renovação, restabelecimento e ressurgência. Na Fase de Treino (contexto A), ratos foram expostos a um esquema múltiplo Var 10 Aco. No componente Var 10, sequências com 1-2 mudanças entre operanda e que diferissem das 10 últimas sequências produziam reforços; no componente Aco, sequências com 1-2 mudanças geravam reforços, mas não havia exigência de variação. A probabilidade de reforços foi acoplada entre componentes. Na Fase de Eliminação (contexto B), o esquema múltiplo Rep 3 Rep 3 estava em vigor, de modo que uma sequência só era reforçada se, além de apresentar 1-2 mudanças, fosse igual a uma das três últimas sequências. Na Fase de Teste (contexto A), a contingência de repetição foi descontinuada e dois reforços independentes do responder foram liberados na primeira apresentação dos componentes “Var 10” e “Aco”. A variabilidade foi analisada por meio de duas medidas: número de sequências diferentes com 1-2 mudanças e tempo de recorrência. O número de sequências diferentes com 1-2 mudanças não diferiu sistematicamente entre componentes nas fases de Treino e Eliminação, e apresentou recaída assistemática na Fase de Teste. O tempo de recorrência, no entanto, tendeu a ser maior no componente Var 10 do que no componente Aco na Fase de Treino e diminuiu na Fase de Eliminação, tornando-se similar entre componentes; na Fase de Teste, foi observada recaída diferencial do tempo de recorrência, sendo essa recaída maior no componente “Var 10”. Os resultados sugerem que o aumento na variabilidade comportamental na Fase de Teste, avaliada por meio do tempo de recorrência, ocorreu devido a uma história prévia de reforçamento diferencial da variação, e não em decorrência da extinção. | |
| dc.language | Português | |
| dc.rights | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.title | Recaída de variabilidade comportamental | |
| dc.type | Tesis | |