dc.contributorNeiva, Elaine Rabelo
dc.creatorFerreira, Pedro Cavalcanti Gonçalves
dc.date.accessioned2017-01-11T17:20:11Z
dc.date.available2017-01-11T17:20:11Z
dc.date.created2017-01-11T17:20:11Z
dc.date.issued2017-01-11
dc.identifierFERREIRA, Pedro Cavalcanti Gonçalves. Nova geração de servidores públicos federais: valores, expectativas, comprometimento organizacional e intenção de rotatividade. 2016. 116 f., il. Dissertação (Mestrado em Economia e Gestão do Setor Público)—Universidade de Brasília, Brasília, 2016.
dc.identifierhttp://repositorio.unb.br/handle/10482/22160
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.26512/2016.08.D.22160
dc.description.abstractDurante toda a década de 1990, o país vivenciou um período de ajustes macroeconômicos, sendo uma das principais medidas de contenção de gastos a redução no número de servidores empregados na Administração Federal. Essa medida gerou um déficit na força de trabalho do Poder Executivo. Na década seguinte, boa parte desse déficit foi superada com a contratação de cerca de 100 mil novos servidores. Esses servidores, no entanto, eram em sua maioria representantes de uma nova coorte geracional, com experiências históricas e de vida diferentes daqueles que já ocupavam cargos na Administração. Isso, supostamente, poderia provocar conflitos geracionais, se, de fato, como a teoria de gerações preconiza, as vivências históricas forem capazes de provocar mudanças nos valores, expectativas e comportamentos das coortes geracionais. O objetivo principal deste trabalho foi estudar essas diferenças geracionais entre os servidores público federais, em especial identificar os valores e as expectativas profissionais (organizacionais e na carreira) que poderiam caracterizar a nova geração de servidores e o impacto dessas variáveis no comprometimento organizacional afetivo e na intenção de rotatividade. Para tanto, foi avaliada uma amostra de 228 servidores de Executivo Federal, de três grupos geracionais. Os resultados da pesquisa trouxeram evidências de que, na comparação intergeracional, há diferenças significativas em duas dimensões de valores pessoais definidas por Schwartz, quais sejam: Conservação - com valores como POLIDEZ, ORDEM SOCIAL, SEGURANÇA NACIONAL, RESPEITO PELA TRADIÇÃO, etc. - e Autotranscedência - composta por valores como IGUALDADE, HARMONIA INTERIOR, JUSTIÇA SOCIAL, SENTIDO DA VIDA, etc. Em se tratando das expectativas, os dois grupos geracionais avaliados se distinguem apenas em critérios relacionados ao conflito entre carreira e vida pessoal. Por fim, a validação de um modelo de equações estruturais mostrou uma relação de dependência estatisticamente considerável entre os valores, expectativas e Comprometimento Organizacional Afetivo. Além disso, o comprometimento se mostrou um mediador da relação das demais variáveis com a Intenção de Rotatividade.
dc.languagePortuguês
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dc.rightsAcesso Aberto
dc.titleNova geração de servidores públicos federais : valores, expectativas, comprometimento organizacional e intenção de rotatividade
dc.typeTesis


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