Artículos de revistas
Configurações territoriais múltiplas: reflexões a partir de O Anti-édipo : capitalismo e esquizofrenia de Gilles Deleuze e Félix Guattari
Fecha
2010Registro en:
0121-215X
Institución
Resumen
Este texto lança algumas reflexões sobre os axiomas do capitalismo que permitem descodificar todas as convenções das sociedades chamadas “selvagens”, e realizar as promessas de poder das sociedades déspotas, “bárbaras”. Simultaneamente, o capitalismo, provoca uma multiplicação das fraturas territoriais e de globalizações de toda ordem. Nessa descodificação de todos os valores, os fluxos (sociais, econômicos, políticos) liberados pelo capitalismo hesitam entre, de um lado, uma descodificação que levaria a uma desterritorialização radical dos processos e, de outro lado, um reaparecimento e re-atualização conservadora desses fluxos liberados pelo próprio processo de “criação destrutiva”. RESUMEN El presente texto proporciona algunos elementos de reflexión sobre los
axiomas del capitalismo que permiten
decodificar todos los códigos de las
sociedades llamadas “salvajes” y realiza
las promesas de poder de las sociedades
despóticas, o “bárbaras”, actualizando
parcialmente los delirios autárquicos
de grandeza de los Estados modernos.
Simultáneamente, el capitalismo genera
una multiplicación de las fracturas
territoriales y de globalizaciones de toda
índole. En esta decodificación total de
valores, los flujos (sociales, económicos
y políticos) liberados por el capitalismo
titubean entre una decodificación
que conduciría, por un lado, a una
“desterritorialización” radical de los
procesos y, por otro, a una reaparición
y reactualización conservadora de esos
flujos producidos por el proceso mismo
de “creación destructiva”. ABSTRACT The purpose of this paper is to
show some thoughts on capitalism’s
axiomatic, which decodes all conventions
of “uncivilized” societies, and fulfills the
promises of despotic and “barbarous”
societies, partially updating the despotic
delusions of grandeur of the modern
States. Simultaneously, capitalism
creates a proliferation of regional
and territorial fractures as well as
globalization of all kinds. In this total
decoding and trans-mutation of values,
the flows (social, economic, and political)
released by capitalism falter in front of
a decoding that would lead, on the one
hand, to a radical “de-territorialization”
of the processes and, on the other, to a
conservative resurgence and updating of
these flows produced by the process of
“destructive creation”.