dc.contributorD'Almeida, Vânia [UNIFESP]
dc.creatorKameda, Sonia Regina [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-12-06T22:54:39Z
dc.date.available2015-12-06T22:54:39Z
dc.date.created2015-12-06T22:54:39Z
dc.date.issued2009
dc.identifierSão Paulo: [s.n.], 2009. 119 p.
dc.identifierhttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/10496
dc.identifierepm-0053109593643.pdf
dc.description.abstractA adolescência representa um período único na vida humana (e de outros animais). A maior característica durante esse período é o de mover em direção a um estado de autonomia relativa a fim de alcançar a independência, a individualização e a seleção e manutenção de novas relações e novos ambientes sociais. Essa transição envolve necessariamente um aumento em comportamentos de risco e na busca por novidade. Essas aproximações comportamentais dependem de forma crítica da atividade dopaminérgica mesolímbica. O objetivo da presente dissertação foi comparar os efeitos de diferentes processos que também estão relacionados com um aumento na transmissão dopaminérgica mesolímbica em camundongos adultos e adolescentes. Uma vez que a hiperlocomoção é uma resposta comportamental intimamente relacionada com um aumento na transmissão dopaminérgica mesolímbica em roedores, ela foi utilizada como paradigma experimental. No primeiro trabalho científico apresentado nesta Tese, nós comparamos camundongos adolescentes e adultos no que diz respeito à habilidade de diferentes doses de anfetamina em aumentar tanto a locomoção como a sensibilização (que é considerada um modelo animal de dependência química). Camundongos adolescentes apresentaram maior sensibilidade tanto ao efeito agudo como ao efeito sensibilizado da anfetamina. Esse resultado está em total acordo com o maior risco de dependência observado em adolescentes. No segundo trabalho científico, nós investigamos os efeitos da privação de sono paradoxal (um processo que também é capaz de elevar a transmissão dopaminérgica mesolímbica) sobre o modelo animal de dependência descrito acima em camundongos adolescentes e adultos. A privação de sono paradoxal promoveu um efeito facilitador das propriedades motivacionais e recompensadoras da anfetamina e camundongos adolescentes foram mais sensíveis a tal efeito. Finalmente, nós comparamos camundongos adolescentes e adultos quanto ao seu desempenho em um modelo animal de esquizofrenia (outro processo biológico relacionado com a transmissão dopaminérgica mesolímbica aumentada). De forma inesperada do ponto de vista mecanicístico, mas como esperado sob uma perspectiva de interrelação, enquanto camundongos adultos jovens foram mais sensíveis ao efeito potencializador da hipóxia neonatal sobre a hiperlocomoção induzida por anfetamina, em camundongos adolescentes ahipóxia neonatal produziu efeito inibitório..
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rightsAcesso restrito
dc.subjectPsicofarmacologia
dc.subjectPesquisa comportamental
dc.subjectTranstornos relacionados ao uso de anfetaminas
dc.subjectAnóxia
dc.subjectAtividade motora
dc.subjectCamundongos
dc.titleEfeitos comportamentais da anfetamina em camundongos adultos e adolescentes
dc.typeTese de doutorado


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