dc.contributorUniversidade Metodista de São Paulo
dc.contributorUniversidade de São Paulo (USP)
dc.contributorUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.creatorSalvo, Vera Lúcia Morais Antonio de
dc.creatorCardoso, Marly Augusto
dc.creatorBarros Junior, Newton de [UNIFESP]
dc.creatorFerreira, Sandra Roberta Gouvea [UNIFESP]
dc.creatorGimeno, Suely Godoy Agostinho [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-06-14T13:41:14Z
dc.date.available2015-06-14T13:41:14Z
dc.date.created2015-06-14T13:41:14Z
dc.date.issued2009-10-01
dc.identifierArquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia. Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, v. 53, n. 7, p. 865-873, 2009.
dc.identifier0004-2730
dc.identifierhttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/5309
dc.identifierS0004-27302009000700011.pdf
dc.identifierS0004-27302009000700011
dc.identifier10.1590/S0004-27302009000700011
dc.identifierWOS:000271389100011
dc.description.abstractOBJECTIVE: To describe the food intake of Japanese-Brazilians with and without macrovascular disease (MVD). METHODS: MVD was defined, for 1,165 Japanese-Brazilians, by scores attributed to the health historical, electrocardiogram and ankle-brachial index values. The usual dietary intake was determined using a food frequency questionnaire. RESULTS: The MVD prevalence was of 3.2%, being similar among genders. Statistically higher frequencies of individuals with MVD were observed among those of first generation, with age > 60 years, tobacco user, with hypertension, hypertriglyceridemia and diabetes. Subjects with MVD were older, with smaller hip circumference, and higher systolic blood pressure levels, triglycerides and glycemia concentration; they informed higher consumption of iron source food and smaller of grains fibers. Statistically significant difference was found to saturated fat (crude analysis: second tercile versus first tercile). CONCLUSIONS: Programs of nutritional education should be stimulated in this group with high prevalence of non-communicable chronic diseases.
dc.description.abstractOBJETIVO: Descrever o hábito alimentar de nipo-brasileiros com e sem doença macrovascular (DMV). MÉTODOS: Definiu-se DMV, para 1.165 nipo-brasileiros, a partir de escores atribuídos ao histórico de saúde, eletrocardiograma e valores do índice tornozelo-braquial. Determinou-se o consumo alimentar habitual por meio de Questionário de Frequência do Consumo de Alimentos. RESULTADOS: A porcentagem de casos confirmados com DMV foi de 3,2%, sendo semelhante entre os sexos. Observou-se, de forma estatisticamente significante, maior frequência de indivíduos com DMV (confirmados ou suspeitos) entre aqueles de primeira geração, com idade > 60 anos, tabagistas, com hipertensão arterial, hipertrigliceridemia e diabetes. Nipo-brasileiros com DMV (confirmados ou suspeitos) apresentaram menor perímetro do quadril e maior idade, pressão arterial sistólica, triglicérides, glicemia, consumo de alimentos fonte de ferro e menor fonte de fibras de grãos. Encontrou-se diferença estatisticamente significante apenas para o consumo de gordura saturada (análise bruta: segundo terço versus primeiro terço). CONCLUSÕES: programas de educação nutricional devem ser incentivados neste grupo com alta prevalência de doenças crônicas não transmissíveis.
dc.languagepor
dc.publisherSociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
dc.relationArquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectMacrovascular disease
dc.subjectfood consumption
dc.subjectJapanese-Brazilians
dc.subjectdiet
dc.subjectDoença macrovascular
dc.subjectconsumo de alimentos
dc.subjectnipo-brasileiros
dc.subjectdieta
dc.titleConsumo alimentar e doença macrovascular em nipo-brasileiros: um estudo transversal
dc.typeArtigo


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