dc.contributorUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.contributorUniversidade de São Paulo (USP)
dc.creatorValente, Nina Leão Marques [UNIFESP]
dc.creatorFiks, Jose Paulo [UNIFESP]
dc.creatorVallada, Homero
dc.creatorMello, Marcelo Feijó de [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-06-14T13:38:20Z
dc.date.available2015-06-14T13:38:20Z
dc.date.created2015-06-14T13:38:20Z
dc.date.issued2008-01-01
dc.identifierRevista de Psiquiatria do Rio Grande do Sul. Sociedade de Psiquiatria do Rio Grande do Sul, v. 30, n. 1, p. 0-0, 2008.
dc.identifier0101-8108
dc.identifierhttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/4188
dc.identifierS0101-81082008000200008.pdf
dc.identifierS0101-81082008000200008
dc.identifier10.1590/S0101-81082008000200008
dc.description.abstractThe authors discuss, from the evolutionary concept, how flight and fight responses and tonic immobility can lead to a new understanding of posttraumatic stress disorder. Through the analysis of symptom clusters (revivals, avoidance and hyperexcitation), neurobiological and evolutionary findings are correlated. The current discoveries on posttraumatic stress disorder genetics are summarized and analyzed in this evolutionary perspective, using concepts to understand the gene-environment interaction, such as epigenetic. The proposal is that the research of susceptibility factors in posttraumatic stress disorder must be investigated from the factorial point of view, where their interactions increase the risk of developing the disorder, preventing a unique search of the cause of this disorder. The research of candidate genes in posttraumatic stress disorder must take into consideration all the systems associated with processes of stress response, such as the hypothalamus-pituitary-adrenal and sympathetic axes, mechanisms of learning, formation and extinguishing of declarative memories, neurogenesis and apoptosis, which involve many systems of neurotransmitters, neuropeptides and neurohormones.
dc.description.abstractOs autores discutem, a partir do conceito evolutivo, como a resposta de estresse, nas suas possibilidades de fuga e luta e de imobilidade tônica, pode levar a uma nova compreensão etiológica do transtorno de estresse pós-traumático. Através da análise dos agrupamentos de sintomas desse diagnóstico - revivência, evitação e hiperexcitação -, procuram correlacionar os achados neurobiológicos e evolutivos. As descobertas atuais sobre a genética do transtorno de estresse pós-traumático são resumidas e colocadas nessa perspectiva evolutiva, dentro de conceitos que possibilitam o entendimento da interação gene/ambiente, como a epigenética. Propõem que a pesquisa dos fatores de risco do transtorno de estresse pós-traumático deva ser investigada do ponto de vista fatorial, onde a somatória destes aumenta o risco de desenvolvimento do quadro, não sendo possível a procura da causa do transtorno de forma única. A pesquisa de genes candidatos no transtorno de estresse pós-traumático deve levar em consideração todos os sistemas associados aos processos de respostas ao estresse, sistemas dos eixos hipotálamo-hipofisário-adrenal e simpático, mecanismos de aprendizado, formação de memórias declarativas, de extinção e esquecimento, da neurogênese e da apoptose, que envolvem vários sistemas de neurotransmissores, neuropeptídeos e neuro-hormônios.
dc.languagepor
dc.publisherSociedade de Psiquiatria do Rio Grande do Sul
dc.relationRevista de Psiquiatria do Rio Grande do Sul
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectEvolution
dc.subjectgenetics
dc.subjectposttraumatic stress disorders
dc.subjectneurobiology
dc.subjectEvolução
dc.subjectgenética
dc.subjecttranstorno de estresse pós-traumático
dc.subjectneurobiologia
dc.titleEvolucionismo e genética do transtorno de estresse pós-traumático
dc.typeArtigo


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