dc.contributorSilva, André de Castro
dc.contributorEscolas::EPGE
dc.contributorFGV
dc.contributorSantos, Rafael Chaves
dc.contributorGonçalves, Edson Daniel Lopes
dc.contributorSouza, Giuliano Carrozza Uzêda Iorio de
dc.creatorGonzaga, Laura Vicente Lemos
dc.date.accessioned2016-11-07T18:45:29Z
dc.date.available2016-11-07T18:45:29Z
dc.date.created2016-11-07T18:45:29Z
dc.date.issued2016-05-27
dc.identifierGONZAGA, Laura Vicente Lemos. Taxa de performance e os fundos multimercados brasileiros. Dissertação (Mestrado em Finanças e Economia Empresarial) - Escola de Pós-Graduação em Economia, Fundação Getúlio Vargas - FGV, Rio de Janeiro, 2016.
dc.identifierhttp://hdl.handle.net/10438/17444
dc.description.abstractEste estudo analisa o desempenho e o risco incorrido pelos fundos multimercado brasileiros que cobram taxa de performance vis-à-vis àqueles que não cobram. Testamos a hipótese de que, para se ter maiores retornos, os gestores que cobram performance assumem maiores riscos. Nossa análise é baseada em aproximadamente 820 mil retornos diários, e incluiu 545 fundos operando no período pós-crise financeira (2010 a 2015). Surpreendentemente, os resultados encontrados apontam, de forma robusta, que os fundos que cobram taxa de performance tendem a apresentar (i) menor risco, (ii) maior retorno e (iii) menor alongamento da carteira. Oferecemos algumas possíveis explicações para essa evidência empírica.
dc.languagepor
dc.subjectFundos de investimento
dc.subjectMultimercado
dc.subjectTaxa de performance
dc.subjectRisco
dc.subjectAnálise de estilo
dc.titleTaxa de performance e os fundos multimercados brasileiros
dc.typeDissertation


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