Brasil | Article (Journal/Review)
dc.contributorEscolas::EBAPE
dc.contributorFundação Getúlio Vargas - FGV
dc.contributorUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiro
dc.contributorUniversidade do Grande Rio
dc.creatorVieira, Marcelo Milano Falcão
dc.creatorDarbilly, Leonardo Vasconcelos Cavalier
dc.creatorBarros, Denise Franca
dc.date.accessioned2018-04-06T13:13:20Z
dc.date.accessioned2019-05-22T13:42:16Z
dc.date.available2018-04-06T13:13:20Z
dc.date.available2019-05-22T13:42:16Z
dc.date.created2018-04-06T13:13:20Z
dc.date.issued2012-06-01
dc.identifierOrganizações & Sociedade. Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia, v. 19, n. 61, p. 333-355, 2012.
dc.identifier1984-9230
dc.identifierhttp://hdl.handle.net/10438/20936
dc.identifier10.1590/S1984-92302012000200009
dc.identifierS1984-92302012000200009.pdf
dc.identifierS1984-92302012000200009
dc.identifier.urihttp://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/2685535
dc.description.abstractThe aim of this paper is to discuss new forms of production, commercialization and distribution of music as possibilities of resistance to hegemonic practices traditionally used by major labels, through the presentation of some cases in the Brazilian music industry. The crisis that the music industry has been facing since the late 90's and which is closely linked to changes in the nature of technology has made new alternatives possible to produce and commercialize the music.. Examples of music-related organizations that offer some degree of resistance to the dominant structural model understood by the authors as organizations of resistance, are presented and analyzed. The conclusion is that the organizational forms exemplified present specific structural features, which allow us to consider them as forms of resistance to the business model of organization.
dc.description.abstractCom o presente artigo, objetiva-se analisar novas formas possíveis de produção, comercialização e distribuição da música como possibilidades de resistência às práticas hegemônicas, tradicionalmente, exercidas pelas grandes gravadoras, tendo como pano de fundo algumas experiências existentes no âmbito do mercado fonográfico brasileiro. A crise que o mercado fonográfico enfrenta desde o final da década de 90 e que está, intimamente, ligada a mudanças de ordem tecnológicas, possibilitou novas alternativas de produzir e comercializar a música as quais fogem ao modelo dominante estabelecido pelas organizações tradicionalmente hegemônicas nessa indústria. Assim, são apresentados e analisados, neste trabalho, exemplos de organizações ligadas à música que oferecem algum grau de resistência ao modelo estrutural dominante, sendo elas compreendidas pelos autores como organizações de resistência. Conclui-se que as formas organizacionais exemplificadas apresentam características estruturais específicas que nos permite considerá-las como formas de resistência ao modelo empresarial de organização.
dc.languagepor
dc.publisherEscola de Administração da Universidade Federal da Bahia
dc.relationOrganizações & Sociedade
dc.rightsopenAccess
dc.sourceSciELO
dc.subjectEnterprisation
dc.subjectResistance
dc.subjectOrganizational models
dc.subjectEmpresarização
dc.subjectResistência
dc.subjectModelos organizacionais
dc.titleO fenômeno da empresarização e a busca por alternativas na produção, comercialização e distribuição da música no Brasil como formas de resistência
dc.typeArticle (Journal/Review)


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