dc.contributorIssler, João Victor
dc.contributorEscolas::EPGE
dc.contributorFGV
dc.creatorGomes, Fabio Augusto Reis
dc.date.accessioned2008-05-13T13:16:44Z
dc.date.accessioned2019-05-22T13:29:13Z
dc.date.available2008-05-13T13:16:44Z
dc.date.available2019-05-22T13:29:13Z
dc.date.created2008-05-13T13:16:44Z
dc.date.issued2004-08-31
dc.identifierGOMES, Fábio Augusto Reis. Consumo no Brasil: teoria da renda permanente, formação de hábitos e restriçãoà liquidez. Dissertação (Mestrado em Economia) - FGV - Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro, 2004.
dc.identifierhttp://hdl.handle.net/10438/190
dc.identifier.urihttp://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/2683052
dc.description.abstractEste artigo analisa a série de consumo agregado do Brasil. Como usual, investigamos, primeiramente, a aplicabilidade da hipótese do passeio aleatório do consumo, derivada teoricamente a partir das hipóteses de ciclo de vida/renda permanente e expectativas racionais (TRP). Utilizando a decomposição de Beveridge e Nelson (1981) verificamos que o consumo apresenta, além de uma tendência estocástica, uma parte cíclica estacionária, o que não é compatível com a TRP. Este resultado está em conformidade com o resultado de Reis et alii (1998) de que grande parte da população brasileira está restrita a consumir sua renda corrente, existindo um ciclo comum entre consumo e renda. Em uma tentativa de gerar um processo estocástico para o consumo compatível com a evidência empírica introduzimos formação de hábito nas preferências de um consumidor representativo. No entanto, o processo daí derivado não se mostrou significativo diante da possibilidade dos consumidores serem restritos à liquidez.
dc.languagepor
dc.titleConsumo no Brasil: teoria da renda permanente, formação de hábitos e restriçãoà liquidez
dc.typeDissertation


Este ítem pertenece a la siguiente institución