dc.contributorMalaspina, Osmar [UNESP]
dc.contributorLuz, Cynthia Fernandes Pinto da [UNESP]
dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.date.accessioned2018-09-19T17:25:56Z
dc.date.available2018-09-19T17:25:56Z
dc.date.created2018-09-19T17:25:56Z
dc.date.issued2016
dc.identifierSANTOS, Elisangela Fernandes dos. Origem botânica e análises físico-químicas em amostras de mel comerciais do estado de São Paulo, Brasil. 2016. 58 f. Trabalho de conclusão de curso (bacharelado - Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Instituto de Biociências (Campus de Rio Claro), 2016.
dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/156126
dc.identifier000890681
dc.identifierhttp://www.athena.biblioteca.unesp.br/exlibris/bd/capelo/2017-09-28/000890681.pdf
dc.identifier7538556085505819
dc.identifier0000-0002-1650-257X
dc.description.abstractA produção de mel brasileira vem se destacando mundialmente e, por este motivo empresas e outras instituições estão se tornando mais exigentes em relação à sua origem e qualidade para melhor satisfazer o mercado consumidor. A melissopalinologia é usada como ferramenta indireta para obter conhecimento sobre a flora apícola e conseqüentemente a origem botânica do mel, pela análise dos grãos de pólen presentes nas amostras, no entanto, não é exigida pela legislação do Brasil. Várias pesquisas científicas verificaram a imprecisão na rotulagem de mel comercializado, sendo necessária a averiguação laboratorial. Logo, este trabalho teve como objetivo determinar e comparar a origem botânica realizada em laboratório em relação à origem botânica rotulada nas amostras, assim como as principais características e a qualidade do mel, através das análises físico-químicas. Foram analisadas 17 amostras disponibilizadas por um Entreposto localizado em Rio Claro-SP, cada amostra oriunda de uma cidade do Estado de São Paulo. A técnica utilizada para a determinação da origem botânica foi a Clássica Européia, sem utilização de acetólise. A determinação qualitativa foi feita pela identificação dos tipos polínicos sob microscopia óptica, consultando-se a Palinoteca do Instituto de Botânica da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e, a quantitativa teve base nas Classes de Freqüência (Pólen Dominante, Pólen Acessório, Pólen Isolado importante e Pólen Isolado ocasional). Para a determinação da qualidade do mel, foram realizadas as seguintes análises físico-químicas: Acidez, Açúcares redutores, Índice de Diastase, Reação de Hidroximetilfurfural, Sais Minerais (cinzas), Sólidos Insolúveis em água e Umidade, com base nas normas analíticas do Instituto Adolfo Lutz da Secretaria de Estado da Saúde (São Paulo), adequadas ao Regulamento Técnico...
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.rightsAcesso aberto
dc.sourceAleph
dc.subjectBotânica
dc.subjectMel
dc.subjectFísico-química
dc.subjectBotany
dc.subjectSão Paulo (Estado)
dc.titleOrigem botânica e análises físico-químicas em amostras de mel comerciais do estado de São Paulo, Brasil
dc.typeTesis


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