dc.contributorCosta-Rosa, Abílio da [UNESP]
dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.date.accessioned2017-02-21T14:41:01Z
dc.date.available2017-02-21T14:41:01Z
dc.date.created2017-02-21T14:41:01Z
dc.date.issued2016-12-20
dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/148827
dc.identifier000880676
dc.identifier33004048021P6
dc.description.abstractEndereçamos a presente dissertação aos trabalhadores que atuam a partir das Políticas Públicas em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), com interesses na escuta ao sujeito do inconsciente. Temos o propósito de introduzir ao leitor, nos desígnios da Saúde Coletiva, um determinado modo de posicionar-se no Estabelecimento institucional hospitalar, mirando formalizar a Clínica da Urgência enquanto um dispositivo de tratamento neste contexto em específico da Atenção à Saúde. O intuito foi refletir sobre a minha práxis, a práxis de um psicólogo precavido pela psicanálise de Freud e Lacan na Atenção Hospitalar, nos momentos em que foi possível ocupar um lugar de trabalhador-intercessor, intercedendo tanto em relação aos sujeitos do sofrimento e do tratamento, quanto em relação aos trabalhadores deste Estabelecimento, no qual estivemos. Segundo Costa-Rosa, o trabalhador-intercessor é tributário do Dispositivo Intercessor, uma abordagem multirreferencial que tem como perspectiva a superação da divisão fundamental do trabalho, um savoir-faire, combinando ação-reflexão in acto. Para a exposição do trabalho, nos debruçamos em torno de quatro eixos: a definição de Unidade de Pronto Atendimento e a subversão de seus propósitos originais, quando na concessão de seus princípios ao Modo Capitalista de Produção; uma problematização das práticas e dos discursos de uma específica UPA inserida nas suas Redes, à luz do Materialismo Histórico marxiano; a fundamentação teórica acerca do dispositivo Clínica da Urgência na Atenção Hospitalar, bem como, da Clínica psicanalítica nos parâmetros da Urgência subjetiva; e por fim, discorremos sobre o que foi a práxis propriamente dita do psicólogo, trabalhador-intercessor, na Urgência e Emergência de uma UPA. Destacamos do texto, que se trata de pensarmos a especificidade de trabalhadorintercessor exigida por uma UPA, guiada fortemente pelos ideais do Modo Capitalista de Produção em seus efeitos devastadores, na Atenção que é dada aos sujeitos que fazem uso deste dispositivo Hospitalar.
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectClínica da urgência
dc.subjectPsicanálise de Freud e Lacan
dc.subjectSaúde coletiva
dc.subjectTrabalhador-intercessor
dc.subjectUnidade de pronto atendimento
dc.titleA clínica da urgência na unidade de pronto atendimento: da privatização da saúde a uma aposta no sujeito do inconsciente
dc.typeTesis


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