dc.contributor | Porto, Marcelo Firpo de Souza | |
dc.contributor | Costa, Frederico Peres da | |
dc.contributor | Freitas, Marcelo Bessa de | |
dc.contributor | Freitas, Carlos Machado de | |
dc.contributor | Porto, Marcelo Firpo de Souza | |
dc.creator | Cardozo, Marcelo | |
dc.date.accessioned | 2011-05-04T12:36:21Z | |
dc.date.accessioned | 2019-04-26T02:54:01Z | |
dc.date.available | 2011-05-04T12:36:21Z | |
dc.date.available | 2019-04-26T02:54:01Z | |
dc.date.created | 2011-05-04T12:36:21Z | |
dc.date.issued | 2009 | |
dc.identifier | Rio de Janeiro s.n 2009 107p ^bmapas | |
dc.identifier | BR526.1; R628.4458098153, C268p | |
dc.identifier | https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/2370 | |
dc.identifier.uri | http://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/2468884 | |
dc.description.abstract | O presente estudo caracteriza-se por ser uma pesquisa qualitativa em saúde e ambiente, que tem como objetivo conhecer a percepção de riscos ambientais e as estratégias de enfrentamento dos problemas de saúde e ambiente dos trabalhadores(as) catadores(as) de materiais recicláveis, do Aterro Controlado de Jardim Gramacho (ACJG), de Duque de Caxias, Rio de Janeiro/RJ. Como instrumento de coleta de dados, optou-se pela entrevista semi-estruturada com informantes-chave, complementada com a observação participante e com registros feitos a partir de caderneta de campo. Foram entrevistados(as) vinte e nove trabalhadores(as) catadores(as), sendo treze pertencentes à Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Jardim Gramacho (ACAMJG) e dezesseis da Cooperativa de Gramacho (COOPERGRAMACHO), sendo catorze homens e quinze mulheres, com uma média de idade de 40 anos. Estes trabalhadores atuavam como catadores, em média, há quinze anos e apresentavam baixo nível de escolaridade, sendo cerca de 17% de analfabetos e 65% com ensino fundamental incompleto. Os dados, analisados por meio da Análise do Conteúdo, geraram resultados que evidenciaram ser a catação de materiais recicláveis, no ACJG uma atividade perigosa e insalubre, embora, constitua-se na única forma de sobrevivência da grande maioria dos trabalhadores(as) catadores(as). A análise da percepção de risco ambiental mostrou que, em razão dessa luta pela sobrevivência, os trabalhadores negligenciavam aspectos mínimos de segurança, minimizando os riscos e, em muitos casos, negando o perigo, configurando uma ideologia defensiva no grupo que, em última instância, era o mecanismo encontrado para o enfrentamento das cotidianas situações de risco a que estão submetidos, de modo a permitir sua manutenção na prática da catação. | |
dc.language | por | |
dc.rights | open access | |
dc.subject | Catadores de materiais recicláveis | |
dc.subject | Percepção de risco | |
dc.subject | Condições de trabalho e saúde coletiva | |
dc.title | Percepção de riscos ambientais de trabalhadores catadores de materiais recicláveis em um aterro controlado do município de Duque de Caxias, RJ | |
dc.type | Dissertation | |