dc.creatorAssis Silva, César Augusto
dc.date2012-05-23
dc.identifierhttps://seer.ufrgs.br/index.php/debatesdoner/article/view/24291
dc.descriptionA língua brasileira de sinais (libras) foi reconhecida juridicamente em 2002. No processo que levou ao engendramento da surdez como particularidade lingüística, algumas instituições religiosas foram importantes. Entre estas, destaca-se as Testemunhas de Jeová. O objetivo deste artigo é analisar o projeto específico de evangelização em língua de sinais. A sua atuação se caracteriza pela fundação de congregações particulares dessa língua, com uma larga produção de vídeos e o treino sistemático da oratória. Contudo, em consonância com sua teologia, tal projeto não leva à afirmação de particularismo identitários políticos na surdez, não havendo em seus rituais uma marcação de diferenças entre surdos e ouvintes. Seu projeto trata sobretudo de traduzir suas práticas para essa língua e a transformação de sujeitos surdos em filhos escolhidos de Jeová.pt-BR
dc.formatapplication/pdf
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dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt-BR
dc.relationhttps://seer.ufrgs.br/index.php/debatesdoner/article/view/24291/17634
dc.relationhttps://seer.ufrgs.br/index.php/debatesdoner/article/view/24291/17635
dc.sourceDebates do NER; Ano 12, n. 20 (2011): Hibridismo Religioso e Vivências Plurais; 121 - 144pt-BR
dc.source1982-8136
dc.source1519-843X
dc.subjectTestemunhas de Jeová. Surdez. Língua de sinais.pt-BR
dc.titleAs congregações em língua de sinais das Testemunhas de Jeová: a universalidade do Governo do Reino de Deus e a particularidade das línguaspt-BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.typeArtigo avaliado pelos Parespt-BR


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