dc.creatorCordeiro, Franciele Roberta
dc.creatorPinheiro, Monalisa da Silva
dc.creatorCorreio, Dayane de Aguiar Cicollela
dc.date2015-03-11
dc.identifierhttps://seer.ufrgs.br/index.php/RevEnvelhecer/article/view/46243
dc.descriptionEste artigo tem como objetivo dialogar com os discursos circulantes sobre a morte na mídia. As problematizações são realizadas sob a ótica dos Estudos Culturais. Aponta-se um breve histórico a respeito da mídia e o modo como se dá visibilidade à morte. Os discursos que os meios de comunicação fazem circular interpelam os sujeitos para a produção da morte pacífica e controlada, facilitando o governo dos processos vitais, por parte do sujeito, da família e dos profissionais de saúde. Controlar a vida e a morte, minimizando riscos e sofrimentos, torna-se um imperativo sob o qual os indivíduos estão expostos e são subjetivados. Dessa forma, a constituição de sujeitos que governam suas vidas torna-se produtivo devido aos comportamentos de segurança e proteção que somos levados a adotar. Para além, as responsabilidades e cuidados que assumimos repercutem para a boa organização social.pt-BR
dc.formatapplication/pdf
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt-BR
dc.relationhttps://seer.ufrgs.br/index.php/RevEnvelhecer/article/view/46243/36698
dc.sourceEstudos Interdisciplinares sobre o Envelhecimento; v. 20 n. 3 (2015)pt-BR
dc.source2316-2171
dc.source1517-2473
dc.subjectEnfermagem. Informação. Morte.pt-BR
dc.subjectMortept-BR
dc.titleSOBRE O ENVELHECIMENTO, A MÍDIA E A MORTE NO CONTEMPORÂNEOpt-BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.typeEnsaio; Pesquisa Qualitativapt-BR


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