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Postpartum depression and child development in first year of life
Fecha
2013-01Registro en:
Estudos de Psicologia -Campinas, Campinas, v.30, n.1, p.7-17, 2013
10.1590/S0103-166X2013000100002
Autor
MORAIS, Maria de Lima Salum e
LUCCI, Tania Kiehl
OTTA, Emma
Institución
Resumen
The aim of the study was to investigate the characteristics of infant development at four, eight and twelve months of age, as result
of postpartum depression. The prevalence of Postpartum Depression - measured by the Edinburgh Postnatal Depression Scale
- at four months after delivery was 30.3%; at eight months, 26.4%; and at 12 months, 25.0%. Chi-square tests were used to
compare children of mothers with and without Postpartum Depression in relation to developmental milestones. It was found
developmental delay in infants of mothers with Postpartum Depression in: two interactional indicators at four months, two
motor indicators at eight months and one gross motor indicator at twelve months. However, children of mothers with Postpartum
Depression showed better results in one fine motor and in two language items at 12 months. The results point to the necessity
of considering external and internal factors of mother and infant in the study of the effects of maternal depression on child
development. O objetivo do estudo foi investigar características do desenvolvimento infantil aos 4, 8 e 12 meses de idade em função de depressão
pós-parto. A porcentagem de mães com depressão pós-parto - medida pela Escala de Depressão Pós-parto de Edimburgo -, aos
4 meses após o parto foi de 30,3%; aos 8 meses, 26,4%; e, aos 12, 25,0%. Utilizaram-se testes de Qui-quadrado para comparar
filhos de mães com e sem depressão pós-parto em relação a marcos do desenvolvimento. Constatou-se pior desempenho de
bebês de mães deprimidas em: 2 indicadores interacionais aos 4 meses, 2 indicadores motores aos 8 meses, e 1 indicador motor
amplo aos 12 meses. Filhos de mães com depressão pós-parto, contudo, mostraram melhores resultados em 1 indicador de
motricidade fina e em 2 de linguagem aos 12 meses. Conclui-se pela necessidade de considerar fatores externos e internos da mãe
e do bebê no estudo dos efeitos da depressão materna sobre o desenvolvimento infantil.