dc.creatorGESTINARI, Lísia Mônica de Souza
dc.creatorOLIVEIRA, Mariana Cabral de
dc.creatorMILSTEIN, Daniela
dc.creatorYONESHIGE-VALENTIN, Yocie
dc.creatorPEREIRA, Sonia Maria Barreto
dc.date.accessioned2012-03-26T21:15:27Z
dc.date.accessioned2018-07-04T14:23:01Z
dc.date.available2012-03-26T21:15:27Z
dc.date.available2018-07-04T14:23:01Z
dc.date.created2012-03-26T21:15:27Z
dc.date.issued2009
dc.identifierRevista Brasileira de Botânica, v.32, n.3, p.531-538, 2009
dc.identifier0100-8404
dc.identifierhttp://producao.usp.br/handle/BDPI/11530
dc.identifier10.1590/S0100-84042009000300012
dc.identifierhttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-84042009000300012
dc.identifierhttp://www.scielo.br/pdf/rbb/v32n3/a12v32n3.pdf
dc.identifier.urihttp://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/1609325
dc.description.abstractThe complete SSU rDNA was sequenced for 10 individuals of Cladophora vagabunda collected along the coast of Brazil. For C. rupestris (L.) Kütz. a partial SSU rDNA sequence (1634 bp) was obtained. Phylogenetic trees indicate that Cladophora is paraphyletic, but the section Glomeratae sensu lato including C. vagabunda from Brazil, Japan and France, C. albida (Nees) Kütz., C. sericea (Hudson) Kütz., and C. glomerata (L.) Kütz. is monophyletic. Within this group C. vagabunda is paraphyletic. The sequence identity for the SSU rDNA varied from 98.9% to 100% for the Brazilian C. vagabunda, and from 98.3% to 99.7% comparing the Brazilian individuals to the ones from France and Japan. Sequence identity of the Brazilian C. vagabunda to C. albida and C. sericea vary from 98.0% to 98.6%. The SSU rDNA phylogeny support partially the morphological characteristics presented by Brazilian populations of C. vagabunda. On the other hand, C. rupestris from Brazil does not group with C. rupestris from France, both sequences presenting only 96.9% of identity. The inclusion of sequences of individuals from Brazil reinforces the need of taxonomical revision for the genus Cladophora and for the complex C. vagabunda.
dc.description.abstractA seqüência completa do SSU rDNA foi obtida para 10 indivíduos de Cladophora vagabunda coletadas ao longo da costa do Brasil. Uma seqüência parcial do SSU rDNA (1634 bp) foi obtida para C. rupestris (L.) Kütz. As árvores filogenéticas indicam que Cladophora é parafilético, mas a seção Glomeratae sensu lato compreendendo C. vagabunda do Brasil, Japão e França, C. albida (Nees) Kütz., C. sericea (Hudson) Kütz. e C. glomerata (L.) Kütz., é monofilética. Dentro deste grupo, C. vagabunda é parafilética. A identidade da seqüência para o SSU rDNA variou de 98,9% à 100% para C. vagabunda brasileira e de 98,3% a 99,7% quando comparados os indivíduos brasileiros aos da França e do Japão. A identidade da seqüência entre C. vagabunda brasileira e as duas outras espécies (C. albida e C. sericea) variou entre 98,0% e 98,6%. A filogenia do SSU rDNA suporta parcialmente as caracteristícas morfológicas apresentadas pelas populações brasileiras de C. vagabunda. Por outro lado, C. rupestris do Brasil não se agrupou a C. rupestris da França, as duas seqüências apresentaram somente 96,9% de identidade. A inclusão de seqüências de indivíduos do Brasil reforçam a necessidade de uma revisão taxonômica para o gênero Cladophora e para o complexo C. vagabunda.
dc.languageeng
dc.publisherSociedade Botânica de São Paulo
dc.relationRevista Brasileira de Botânica
dc.rightsCopyright Sociedade Botânica de São Paulo
dc.rightsopenAccess
dc.subjectBrazil
dc.subjectCladophora vagabunda
dc.subjectCladophorales
dc.subjectMolecular phylogeny
dc.subjectSSU rDNA
dc.subjectBrasil
dc.subjectFilogenia molecular
dc.titlePhylogenetic analyses of Cladophora vagabunda (L.) C. Hoek (Cladophorales, Chlorophyta) from Brazil based on SSU rDNA sequences
dc.typeArtículos de revistas


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