dc.creatorBENSEÑOR, Isabela M.
dc.creatorGOULART, Alessandra Carvalho
dc.creatorLOTUFO, Paulo A.
dc.creatorMENEZES, Paulo Rossi
dc.creatorSCAZUFCA, Marcia
dc.date.accessioned2012-03-26T18:23:07Z
dc.date.accessioned2018-07-04T14:10:57Z
dc.date.available2012-03-26T18:23:07Z
dc.date.available2018-07-04T14:10:57Z
dc.date.created2012-03-26T18:23:07Z
dc.date.issued2011
dc.identifierCadernos de Saúde Pública, v.27, n.1, p.155-161, 2011
dc.identifier0102-311X
dc.identifierhttp://producao.usp.br/handle/BDPI/8851
dc.identifier10.1590/S0102-311X2011000100016
dc.identifierhttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2011000100016
dc.identifierhttp://www.scielo.br/pdf/csp/v27n1/16.pdf
dc.identifier.urihttp://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/1606859
dc.description.abstractThis study aimed to estimate prevalence of thyroid disorders in the São Paulo Ageing & Health Study, an epidemiological study addressing several health-adverse outcomes among elderly people living in a poor area of São Paulo, Brazil. All participants answered a questionnaire and had a blood sample collected to assess levels of tireotropic hormone and free-thyroxine. Among 1,373 people (60.8% women), prevalence rates (95% confidence interval) for thyroid dysfunction (%) were: overt hyperthyroidism, 0.7% (0.2-1.1)[women: 0.8% (0.2-1.5); men: 0.4% (0.01-0.9)]; overt hypothyroidism, 5.7% (4.5-6.9) [women: 5.9% (4.3-7.5); men: 5.4% (3.5-7.3)]; subclinical hyperthyroidism, 2.4% (1.6-3.2) [women: 2.8% (1.6-3.9); men: 1.9% (0.7-3.0)]; and subclinical hypothyroidism, 6.5% (5.2-7.8) [women: 6.7% (5.0-8.4); men: 6.1% (4.1-8.2)]. There was no difference in prevalence rates according to gender, but almost 40% of women were diagnosed and under treatment compared to 9% of men. The burden of thyroid disorders in this sample is high and most participants were not aware of them.
dc.description.abstractO objetivo da pesquisa foi avaliar a prevalência de doenças da tireóide no São Paulo Ageing & Health Study, estudo epidemiológico focado em desfechos de saúde adversos em amostra de idosos moradores de São Paulo, Brasil. Todos os participantes responderam a questionário e colheram sangue para dosagem de hormônio tireotrópico e tiroxina-livre. Entre os 1.373 participantes (60,8% mulheres), a prevalência (intervalo de 95% de confiança) de hipertireoidismo clínico foi de 0,7% (0.2-1,1) [mulheres: 0,8% (0,2-1,5); homens: 0,4% (0,01-0,9)]; hipotireoidismo clínico, 5,7% (4,5-6,9) [mulheres: 5,9% (4,3-7,5); homens: 5,4% (3,5-7,3)]; hipertireoidismo subclínico, 2,4% (1,6-3,2) [mulheres: 2,8% (1,6-3,9); homens: 1,9% (0,7-3,0)]; e hipotireoidismo subclínico, 6,5% (5,2-7,8) [mulheres: 6,7% (5,0-8,4); homens: 6,1% (4,1-8,2)]. Não houve diferença na prevalência de doenças da tireóide por sexo. Quarenta por cento das mulheres tinham diagnóstico e estavam tratando, comparadas a 9% dos homens. A prevalência de disfunção tireoidiana foi elevada e a maioria dos participantes desconhecia o diagnóstico.
dc.languageeng
dc.publisherEscola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
dc.relationCadernos de Saúde Pública
dc.rightsCopyright Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
dc.rightsopenAccess
dc.subjectThyroid Diseases
dc.subjectAged
dc.subjectHyperthyroidism
dc.subjectHypothyroidism
dc.subjectDoenças da Glândula Tireóide
dc.subjectIdoso
dc.subjectHipertireoidismo
dc.subjectHipotireoidismo
dc.titlePrevalence of thyroid disorders among older people: results from the São Paulo Ageing & Health Study
dc.typeArtículos de revistas


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