The hip hop movement : the anti-friendship of the "Republica dos Manos" and the aesthetics of violence

dc.creatorSousa, Rafael Lopes de
dc.date2009
dc.date2017-03-30T21:49:24Z
dc.date2017-07-14T20:14:58Z
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dc.date.accessioned2018-03-29T04:13:40Z
dc.date.available2018-03-29T04:13:40Z
dc.identifierSOUSA, Rafael Lopes de. O movimento hip hop: a anti-cordialidade da "Republica dos Manos" e a estetica da violencia. 2009. 236 p. Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciencias Humanas, Campinas, SP. Disponível em: <http://libdigi.unicamp.br/document/?code=000471677>. Acesso em: 30 mar. 2017.
dc.identifierhttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/280592
dc.identifier.urihttp://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/1342715
dc.descriptionOrientador: Luzia Margareth Rago
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciencias Humanas
dc.descriptionResumo: O objetivo desse estudo é analisar os aspectos constitutivos da cultura hip hop. Esta atinge parte considerável da população jovem de São Paulo, sobretudo a que mais sofre com o processo de exclusão social, isto é, os negros e mestiços das periferias. Interessa-nos, particularmente, compreender como os jovens associados a essa cultura problematizam e elaboram respostas para as contradições sociais da nação atualmente. A longa trajetória de luta e resistência empreendida pelos agentes da cultura negromestiça foi, no contexto do hip hop, redimensionada num persistente trabalho de resgate da memória e da história de seus antepassados. Nessa nova etapa de suas vidas, a música (rap), o break (dança) e o grafite (pintura) são os instrumentos mais freqüentemente utilizados pelos jovens periféricos em suas manifestações. Das idéias mais constantemente tematizadas por essas representações artísticas, o trauma do preconceito e da discriminação sofrido pelos negros serve de orientação para a leitura crítica que os rappers vêm fazendo da sociedade em suas crônicas musicais, a fim de instaurar novos modelos e patamares de cidadania na contemporaneidade.
dc.descriptionAbstract: The aim of this study is to analyze the constitutive aspects of hip hop culture. This achieves considerable proportion of young population of Sao Paulo, especially those who suffer most in the process of social exclusion, ie, blacks and mestizos of the suburbs. We are interested in, particularly, to understand how young people associated with that culture problematize and prepare answers to the contradictions of the nation today. The long history of struggle and resistance undertaken by staff in black-culture was mixed in the context of hip hop, scaled a persistent work to save memory and history of their ancestors. In this new stage of their lives, the music (rap), break (dance) and graphite (painting) are the most frequently used by young people in their peripheral manifestations. Ideas more consistently themed by these performances, the trauma of prejudice and discrimination suffered by blacks as a guide for the critical reading that rappers have been doing the society in his chronicles music in order to introduce new types and levels of citizenship in contemporaneity.
dc.descriptionDoutorado
dc.descriptionHistoria Cultural
dc.descriptionDoutor em Historia
dc.format236 p. : il.
dc.formatapplication/pdf
dc.languagePortuguês
dc.publisher[s.n.]
dc.subjectJuventude
dc.subjectHip-hop (Cultura popular)
dc.subjectConflito social
dc.subjectViolência
dc.subjectPobreza
dc.subjectPreconceito
dc.subjectPeriferias urbanas
dc.subjectYoung
dc.subjectHip-hop culture
dc.subjectSocial conflict
dc.subjectViolence
dc.subjectPoverty
dc.subjectPrejudices
dc.subjectPeriferias urbanas
dc.titleO movimento hip hop : a anti-cordialidade da "Republica dos Manos" e a estetica da violencia
dc.titleThe hip hop movement : the anti-friendship of the "Republica dos Manos" and the aesthetics of violence
dc.typeTesis


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