Epidemiological analysis of frontal fractures evaluated by Piracicaba Dental School - State University of Campinas : from april 1999 to july 2015

dc.creatorNogueira-Silva, Breno, 1981-
dc.date2016
dc.date2017-04-03T04:53:04Z
dc.date2017-07-12T19:21:36Z
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dc.date.accessioned2018-03-29T03:42:00Z
dc.date.available2018-03-29T03:42:00Z
dc.identifierNOGUEIRA-SILVA, Breno. Avaliação epidemiológica dos pacientes com fratura do osso frontal atendidos pela área de cirurgia buco-maxilo-facial da FOP-UNICAMP: abril de 1999 a julho de 2015. 2016. 1 recurso online ( 53 p.). Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Campinas, SP. Disponível em: <http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=000966344>. Acesso em: 3 abr. 2017.
dc.identifierhttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/304967
dc.identifier.urihttp://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/1334998
dc.descriptionOrientador: Marcio de Moraes
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Odontologia de Piracicaba
dc.descriptionResumo: Os estudos epidemiológicos elucidam informações como fatores etiológicos, características socioeconômicas, tipo de lesão mais frequente, formas de tratamento, complicações e custo do tratamento. Eles direcionam ainda os sistemas de coleta de dados e a melhora no atendimento aos pacientes. Este é um estudo retrospectivo, longitudinal e observacional dos pacientes vítimas de fraturas do osso frontal, atendidos pela Área de Cirurgia Buco-Maxilo-Facial da Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas, durante o período de 1º de abril de 1999 a 31 de julho de 2015. Em 16 anos de estudo, um total de 4325 pacientes foram atendidos com 2036 pacientes apresentando fraturas faciais. Fratura do osso frontal esteve presente em 76 pacientes (3,7%), sendo 69 homens e 7 mulheres. A média de idade dos pacientes foi de 32 anos ± 14,8 anos. Algum tipo de vício estava presente em 37% da amostra. O principal fator etiológico foi o acidente de trânsito, com destaque para os acidentes motociclísticos e automobilísticos. Aproximadamente 50% dos pacientes não utilizavam cinto de segurança ou capacete no momento do trauma. Os sinais e sintomas mais comuns foram laceração, abrasão, dor e parestesia. Fraturas do osso zigomático estiverem frequentemente associadas à fratura frontal. Trauma cranioencefálico esteve presente em 30,2% dos casos. O tipo de fratura mais encontrado foi a fratura isolada da parede anterior do seio frontal (84,2%), seguida pela fratura de ambas as paredes do seio (14,5%) e fratura isolada da parede posterior (1,3%). O tratamento empregado incluiu redução aberta e fixação dos fragmentos, obliteração e cranialização. Como complicações foram notadas parestesia do nervo supra-orbital, alteração do contorno da região frontal, dor crônica e anosmia. Os pacientes foram acompanhados por um período que variou de 5 meses a 4 anos. Um total de 10 pacientes apresentaram complicações, correspondendo a 13,1% da amostra. Este presente trabalho permitiu caracterizar os pacientes vítimas de fratura do osso frontal, atendidos pela Área de Cirurgia Buco-Maxilo-Facial da FOP-UNICAMP, sendo possível aplicar esse conhecimento na prevenção dessa doença e na melhora do atendimento prestado à população
dc.descriptionAbstract: Epidemiological studies provide information like etiological factors, socio-economic characteristics, the most frequent injury type, complications and the cost of treatment. They still orientate the improvement in care and data collection systems. This is a retrospective, longitudinal and observational study of patients with frontal fractures, attended by the Division of Oral and Maxillofacial Surgery of Piracicaba Dental School, State University of Campinas, from April 1999 to July 2015. In this 16 years of study, a total of 4325 patients were included whose 2036 patients had facial fractures. The frontal bone fracture was present in 76 patients (3.7%), 69 men and 7 women. The average age was 32 years ± 14.8 years. 37% of the sample, presented some kind of addiction. The main cause was traffic accident, motorcycle and car accidents especially. Nearly 50% of patients did not use a seat belt or helmet at the time of trauma. The most common signs and symptoms were laceration, abrasion, pain and paresthesia. Zygomatic fractures are often associated with frontal fracture. Cranial injury was present in 30.2% of cases. Isolated fracture of the anterior wall of the frontal sinus was the most common (84.2%), followed by fracture of both walls (14.5%) and isolated fracture of the posterior wall (1.3%). The performed treatment included open reduction with fixation, obliteration and cranialization. Paresthesia, contour alterations, chronic pain and anosmia were among the complications. The follow-up ranged from 5 months to 4 years. A total of 10 patients had complications, corresponding to 13.1% of the sample. This present study allowed a detailed analysis of the patients with frontal fractures attended by Department of Oral and Maxillofacial Surgery (FOP-UNICAMP). Therefore it¿s possible to apply this knowledge for the prevention of this injury and improve the attendance
dc.descriptionMestrado
dc.descriptionCirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Faciais
dc.descriptionMestre em Clínica Odontológica
dc.format1 recurso online ( 53 p.) : il., digital, arquivo PDF.
dc.formatapplication/pdf
dc.publisher[s.n.]
dc.relationRequisitos do sistema: Software para leitura de arquivo em PDF
dc.subjectEpidemiologia
dc.subjectOsso frontal
dc.subjectFraturas ósseas
dc.subjectEpidemiology
dc.subjectFrontal bone
dc.subjectFractures, bone
dc.titleAvaliação epidemiológica dos pacientes com fratura do osso frontal atendidos pela área de cirurgia buco-maxilo-facial da FOP-UNICAMP : abril de 1999 a julho de 2015
dc.titleEpidemiological analysis of frontal fractures evaluated by Piracicaba Dental School - State University of Campinas : from april 1999 to july 2015
dc.typeTesis


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