Otro
Citotoxicidade transamelodentinária de uma fita clareadora com 10% de peróxido de hidrogênio sobre células de linhagem odontoblástica
Registro en:
ROBRAC, v. 21, n. 56, p. 326-332, 2012.
0104-7914
ISSN0104-7914-2012-21-56-326-332.pdf
4517484241515548
1531215699841687
8207097271172991
Autor
Pontes, Elaine C.V.
Gomes, Livia R. M.
Soares, Diana Gabriela de Souza
Ribeiro, Ana Paula Dias
Hebling, Josimeri
Costa, Carlos Alberto de Souza
Resumen
To evaluate the cytotoxicity of a whitestrip (WS) with 10% hydrogen peroxide (HP) on cultured odontoblast-like cells. Material and Methods: Enamel/dentin discs were adapted to artificial pulp chambers and placed in wells with culture medium (DMEM). The WS was applied on enamel for 60 min (2 x 30 min) during 1 or 5 days. The extracts (DMEM + WS components that diffused across enamel and dentin) were applied to the cells for 1 h. In the positive control, the bleaching gel with 35% HP was applied for 45 min (3 x 15 min). In the negative control, no treatment was performed. The cell metabolism (MTT Assay) and alkaline phosphatase (ALP) activity were assessed and the data submitted to statistical analysis (One-way Anova/ Tukey’s test; α=5%;). Cell membrane damage was evaluated by flow cytometry. Results: For the MTT and ALP activity assays, there was no significant difference among the bleached groups with WS and negative control, regardless the time of WS application (1 or 5 days) on the cells (p>0.05). However, there was no significant difference among the bleached group with FC for 5 days and positive control. Flow cytometry analysis showed an increase of cell membrane damage only for the positive control. Conclusion: It was concluded that the whitestrip with 10% of HP did not cause significant trans-enamel and trans-dentinal toxic effects to the MDPC-23 cells. Avaliar a citotoxicidade trans-amelodentinária de uma fita clareadora (FC) com 10% de peróxido de hidrogênio (PH) sobre células odontoblastóides MDPC-23. Material e Método: Discos de esmalte/dentina adaptados em câmaras pulpares artificiais foram posicionados em compartimentos contendo meio de cultura (DMEM), sendo o esmalte submetido a 2 aplicações de 30 minutos da FC. O meio de cultura em contato com a dentina (extrato) foi aplicado sobre as células por 1 hora, durante os períodos de 1 ou 5 dias. Como controle positivo, foram realizadas 3 aplicações de 15 min de um gel clareador com 35% de PH. No grupo controle negativo, nenhum tratamento foi realizado no esmalte. Após os períodos de avaliação, as células MDPC-23 foram analisadas quanto ao metabolismo (Teste de MTT), atividade da fosfatase alcalina (ALP) (Anova e Tukey; α=5%;) e danos à membrana celular (citometria de fluxo). Resultados: Quanto ao metabolismo e atividade de ALP, não houve diferença significante entre os grupos clareados com a FC e o controle negativo, independente do número de aplicações do extrato sobre as células (p>0,05). Porém, o grupo clareado com a FC por 5 dias também não foi diferente estatisticamente do controle positivo. A análise por citometria de fluxo indicou danos à membrana celular para o grupo controle positivo. Conclusões: Concluiu-se que a FC com 10% de PH não causou efeito tóxico significante para as células MDPC-23; porém, o aumento na freqüência de aplicação pode vir acompanhado de maiores efeitos tóxicos para as células em cultura. Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)