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        CINÉTICA DA DEGRADAÇÃO RUMINAL E DIGESTIBILIDADE INTESTINAL DE FARELOS DE SOJA E GRÃOS SECOS DE DESTILARIA COM SOLÚVEIS

        Registro en:
        http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/54083
        https://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/9040404
        Autor
        Sarah Vilela de Souza Franco e Vasconcelos
        Institución
        • Universidade Federal de Lavras (Brasil)
        Resumen
        Os alimentos proteicos são de extrema importância para a alimentação dos ruminantes, sobretudo o farelo de soja (FS) que é o ingrediente proteico mais importante e mais utilizado na produção de vacas leiteiras. Todavia, é uma fonte limitada de proteína não degradável no rúmen (PNDR). Uma forma alternativa de se fornecer PNDR para os ruminantes é utilizando a proteína protegida como farelo de soja tratado com lignossulfonato (FSTL) e grãos secos de destilaria (GSD), que podem ser fontes potencialmente interessantes para serem incluídas na dieta. O objetivo do presente estudo foi determinar os teores de proteína bruta do FS, FSTL e GSD tanto para degradação ruminal quanto para digestibilidade intestinal. O experimento ocorreu numa fazenda experimental da EPAMIG em Três Pontas -MG, com duas vacas canuladas, consumindo dietas à base de silagem de milho. Os sacos de nylon contendo dimensões de 10cm x 20cm, foram incubados em oito intervalos de horários diferentes0,2,4,8,12,16,24 e 48 horas contendo seis sacos por horário, por vaca e por alimento. Após retirados do rúmen, os sacos foram lavados na máquina de lavar no ciclo rápido de 19 minutos. E analisou-se os teores de proteína bruta pelo método de Kjeldahl, matéria seca e cinzas. A fração A (100 degradável) foi determinada pelo N (nitrogênio) solúvel no momento da lavagem do tempo 0h. A fração C (100 não degradável) foi determinada pelo N residual no tempo 48h. Ea fração B (potencialmente degradável) foi calculada pela diferença (N - A - C). E para avaliação da digestibilidade intestinal utilizou-se a técnica dos três estágios no tempo 16 horas. A taxa da degradação ruminal efetiva da proteína bruta foi calculada pela fórmula A B x kd (kd kp) e assumiu que a taxa de passagem (kp) é de 5h-1. A fração A teve o teor de proteína () similar (P0,14) para o FS (13,7 de PB), FSTL (14,6 de PB) e GSD (17,8 de PB). No entando, o FSTL (13,4 de PB) e os GSD (38,0 de PB) apresentaram valores maiores (P0,01) do que FS (3,3 de PB). A fração B apresentou diferença entre as fontes proteicas (P0,01) e o FS obteve o maior valor (83,0 de PB), seguido por FSTL (71,7 de PB) e por fim os GSD (43,1 de PB). O FSTL e os GSD apresentaram valores similares para a taxa de degradação (kd) de 4,6 e 4,4h-1 respectivamente, ambas menores do que o FS com 8,5h-1 (P0,01). Para a degradação ruminal efetiva os GSD apresentaram o menor valor (37,8 de PB, P0,01), seguido do FSTL (47,8 de PB) e por fim o FS apresentou o maior valor (65,7 de PB). A digestibilidade da PNDR foi similar para o FST e o FSTL com a média de 63,1 de PB e foi menor (P0,01) para os GSD (50,7 de PB).
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